
--- Agora eu já posso morrer. Inaugurei o Hospital.
O terreno escolhido fora o local do antigo cemitério da cidade, este locado para o terreno atual. Em apenas dois anos se daria a inauguração, sendo que o estatuto, devidamente impresso e distribuído à população, data de 1935.

Por muito tempo o Hospital de Misericórdia de Altinópolis funcionaria sem um muro de proteção, colocado anos depois, como também a construção da maternidade, anexada ao prédio.
Por ocasião da morte do fazendeiro Diogo Garcia de Figueiredo Sobrinho, a família levou o corpo para que o velório fosse realizado no próprio hospital. Assim se fez.
Os primeiros médicos do hospital foram Antonio Augusto de Figueiredo, Edson Dutra Barroso e Pio Antunes de Figueiredo.
Por muitos anos a fotografia do patrono do Hospital, Diogo Garcia de Figueiredo Sobrinho fora estampada no saguão de entrada do prédio, como de praxe acontece em todo o país, em homenagem aos idealizadores e aos que põem a mão no bolso em prol da comunidade. A fotografia fora arrancada após décadas de exposição, numa tentativa política de apagar a memória dos que realmente doaram valores monetários em prol da nossa terra sem pedir nada em troca.
Veja o depoimento de quem assistiu à inauguração da pedra fundamental do Hospital, em 1932.

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